Ontem foi dia de pôr a saia rodada e o laço no rabo de cavalo. Foi dia de pente no bolso de trás e brilhantina no cabelo.


Os longos dias de liberdade, de preguiça e de longos passeios com o Otsy estão a chegar ao fim... A cabeça não pára de pensar, a ansiedade é mais que muita.
Não consigo concentrar-me nos novos crachás que estou a preparar para a próxima feira nem em coisa nenhuma... até chegar segunda-feira.
Com o marasmo a que a Queima das Fitas nos tem habituado nos últimos anos, o cartaz de concertos não tem encorajado a saídas para a beira-rio...
Mas por outras bandas a música é outra, convida a um pezinho de dança e a diversão está garantida longe das bebedeiras irresponsáveis dos putos, da poeira e da confusão. O chá é definitivamente mais selecto e muito mais divertido...

O inconfundível Marco Paulo.

O pézinho de dança.

A diversão do esferovite, soprado para o ar durante longos minutos, cobrindo o cinzento do chão num fofo e apetecível manto branco.
... e não voltaram...






... trouxe recordações de uma feira bonita, de caras que não via há tempo, de sorrisos abertos.
As fotos da feira podem ser vistas aqui porque me esqueci completamente de as tirar...
Apenas guardo esta, do meu companheiro de sol, sombra e mimos...



Bolsas feitas com galão vintage bordado, bastante antigo.

Mais uma feira com Borboletas na Barriga.
Mais um domingo de banca montada na Estrela, com a melhor companhia e imensos turistas e elogiar...


E ainda por cima, tivemos direito a uma vigilante de bancas muito especial...
