Fica aqui um cheirinho do passado fim de semana, em Óbidos.

A casa mais bonita da vila...

O carrossel mágico da Vila Natal.
É tudo bonito e arranjadinho por lá, cheio de recantos escondidos para percorrer de mãos dadas no escuro da noite, longe do corropio dos turistas de ocasião.
Descobrimos Óbidos numa noite deserta, a adivinhar as enchentes dos dias seguintes.
E o que gostei mais, nem foi da Vila Natal, ou do colorido da época, foi das casas arranjadas e com vasinhos na janela a lembrar outros tempos, da muralha sem fim que percorri junto às ameias e da qual desci com as pernas a tremer, da ginginha em copo de chocolate, de descobrir recantos e alegrias para os olhos.
Mais imagens aqui.
O dia especial de terça, foi o terceiro aniversário do Otsy comigo...
Para comemorar a preceito fiz-lhe um bolo-pudim-de-arroz-de-frango com três velinhas-palitos-de-roer.

ADOROU!
Parecia um aspirador a comer tudinho cheio de pressa!!


Ficou super feliz e foi o que eu mais quis ver... A abanar o rabo a uma velocidade incrível :)
Depois, foi o descanso... como uma festa de bebés... assim que acaba, caminha!

é um dia especial...
(mais desenvolvimentos mais tarde...)
Os cerca de 150 sacos de plástico por pessoa produzidos anualmente acarretam graves consequências para o meio ambiente: para além de a sua produção implicar o consumo de combustíveis fósseis e a emissão de gases poluentes, cerca de 90% destes sacos acabam a sua vida em lixeiras, como lixo ou como contentores de desperdícios.
A distribuição gratuita de sacos de plástico por parte dos estabelecimentos comerciais, que é prática corrente Portugal é sinónimo de atraso em termos de consciência ambiental. Países europeus como a Bélgica, Irlanda e a Dinamarca taxam há anos os sacos de plástico, com benefícios óbvios para o meio-ambiente.
Taxar os sacos de plástico é a forma mais eficaz de incentivar os consumidores a usarem sacos reutilizáveis para as suas compras do dia-a-dia.
Por todas estas razões, os cidadãos abaixo-assinados pedem ao governo que não recue na sua intenção de introduzir uma taxa ecológica sobre os sacos de plástico.
A Rosa propôs e assinou, eu assinei e a Ana também assinou.
Com esta medida proposta pelo governo não consigo compreender esta outra, da Asae, que visa a uma utilização maciça e desnecessária de copos de plástico de usar e deitar fora (que tomei conhecimento através da Luísa ) e tenho encontrado opiniões convergentes pela net fora, incluindo o texto publicado no Público, da autoria de António Barreto (via Sorumbático) e o respectivo comentário aos comentários.
Afinal, em que ficamos? Reduzimos o plástico com consciência ecológica ou aumentamos o seu consumo com fins assépticos e esterilizados...