

Mais um domingo que se espera cheio de sol e da alegria contagiante que paira no jardim da Estrela aquando desta feira.
Não deixem de aparecer...
E na continuação do post mais abaixo, apresento a mais nova aquisição...
A minha máquina de costura, já velhota e cansada andava a fazer costuras muito feias e o valor dos arranjos já ia alto... Decidi-me por esta, depois de uma pesquisa de mercado "à minha moda", ou seja, super exaustiva.
Apenas a experimentei na loja e pareceu-me muito boa, mas ainda estou para ver como se porta cá em casa com os meus projectos.
"Coimbra, cidade do conhecimento" é o pomposo lema de boas-vindas para quem a ela chega. Um lema que se tem tornado quase trágico... Os amigos da cultura denunciam porquê, num texto chamado "Pelo direito à cultura e pelo dever de cultura!" que está disponível para subscrição. O blogue agrega ainda diversos textos sobre a situação de deserto a que chegou a política cultural na cidade.
Fiz minhas as palavras do Zé no Enchamos tudo de futuros
E já assinei...
A propósito deste desafio das meninas do Superziper, escrevo um post sobre a minha história com as máquinas de costura...
Comecei o vício de pequenina, como convém...
Teria aí uns cinco ou seis anos quando me ofereceram a primeira máquina de costura... Pequenina, cor de rosa e com pedal eléctrico. Apesar de ser de brincar cozia perfeitamente. Ficou bem guardada com o passar dos anos e presentemente está a decorar o meu craft room.
Alguns anos mais tarde, com os meus 13 ou 14 anos e quando já sabia realmente o que queria, pedi a minha mãe para me ensinar a costurar na máquina da avó... Esta verdinha a pedal... Foi nela que aprendi a sério e onde costurei as primeiras peças de roupa para mim.
Decorridos alguns meses de trabalho árduo com a verdinha, os meus pais ofereceram-me no dia que fiz quinze anos a "minha" máquina de costura. Esta singer branquinha e portátil que se tornou companheira inseparável de férias e fins de semana em casa ou fora dela... Foi nela que fiz quase toda a roupa handmade que tenho, bem como imensas coisas para as *Borboletas na Barriga*®.
Por último vem a mais antiga, mas a que tem menos história comigo...
Esta era a máquina de uma tia-avó, que eu fui gabando mesmo sem ver, sabendo apenas que era uma singer antiga e preta.
Assim, e quando ela faleceu há pouco mais de um ano a máquina veio ter comigo, porque ela tinha dito que, quando partisse queria que a máquina ficasse para mim.
Nem queria acreditar.
Pesquisando, acabei por descobrir que é uma Singer 66 com estampa Lótus, fabricada entre 1908 e 1909. Prestes a fazer 100 anos e a costurar que é uma maravilha!
(continuará em breve, pois ando a negociar duas novas aquisições...)
Para o ano que ainda agora começa, ou para outro ano ou mês qualquer...
As agendas *Borboletas na Barriga*® podem ser começadas em qualquer altura do ano, em qualquer ano...

Papel reciclado 100% natural de 100 gramas e pele natural.
Tamanho 14x10cm ou 7x10cm.
Disponíveis.
O fim de ano foram três dias, passados a três, na terra que adoramos...
Os passeios foram mais que muitos, e os mimos, e o descanso...

Os cozinhados estiveram sempre apetitosos.

(pizza caseira)

(lasanha de tofu e vegetais)
e a animação da própria noite estava garantida...

